Quarta feira, 13 de dezembro de 2017










GUERRA À DENGUE 06/01/2017 16:42Anterior | Índice | Próxima

Agentes são convocados a intensificar o combate a endemias

Da Reportagem

A secretária de Saúde de Cuiabá, Elizeth Lúcia de Araújo, teve na manhã desta sexta-feira (06), o primeiro contato com os Agentes de Combate a Endemias (ACE’s). Durante a reunião, realizada na Vigilância em Saúde, a secretária, acompanhada do secretário adjunto de Assistência, Milton Correa da Costa Neto, ouviu reivindicações dos agentes e pediu empenho nas ações de rotina, que serão intensificadas agora no período de chuvas, segundo determinação do prefeito Emanuel Pinheiro.

Elizeth Lucia de Araújo lembrou a responsabilidade dos Agentes de Combate as Endemias nas ações de monitoramento, controle e erradicação do mosquito Aedes aegypti, orientando a população, e explicou que a criação do Comitê de Ação Preventiva ao Mosquito Aedes Aegypti, tem por objetivo promover um grande mutirão de limpeza em Cuiabá no período das águas, garantindo a realização de ações antecipadas visando eliminar o mosquito causador da dengue, zika vírus e febre chikungunya.

“Estamos aqui para nos apresentar e iniciar o contato com os Agentes de Combate a Endemias. Estamos vivendo o momento mais critico do ano, o período chuvoso, onde temos o acumulo de água que propicia o aumento no número de focos do mosquito. Assim, a partir da conclusão do levantamento rápido do índice de infestação, que nos indicará onde estão os bairros com maior número de focos, estaremos intensificando as ações de combate ao mosquito”.

A Secretária lembrou que onde há o mosquito com certeza existem pessoas que serão acometidas com a dengue, zika e chicungunya e que a zika, além dos agravos que pode trazer, pode deixar sequelas importantes nos bebes.

Daí a necessidade de desencadear ações conjuntas entre as Secretaria de Saúde, Meio Ambiente, Serviços Urbanos, Ordem Pública e Educação, reunidas no Comitê de Ação Preventiva ao Mosquito Aedes aegypti. “Isso porque as questão ligadas a dengue, zika e chicungunya envolvem não somente ações de saúde mas também de educação, de limpeza urbana e de ordem pública”.

A secretária lembrou ainda a importância da participação da população na manutenção de seus quintais limpos e livres dos focos do mosquito Aedes aegypti.

Sobre a pauta de reivindicações contendo 18 pontos que os Agentes de Combate a Endemias já levaram ao conhecimento do prefeito Emanuel Pinheiro e da primeira dama Márcia Pinheiro, envolvendo questões como condições de trabalho, flexibilização de horários e equipamentos de proteção individual (EPI) mais compatíveis com as condições climáticas locais, Elizeth Lúcia de Araujo disse que serão discutidos com a categoria.

“Nem tudo poderemos atender de imediato, mas estaremos sempre trabalhando no sentido de capacitar, dar melhores condições de trabalho e valorizar os nossos servidores”, destacou a Secretária. “Esta será uma gestão presente e humanizada, pautada pelo diálogo”.

Combate ao mosquito - O programa municipal de combate ao Aedes aegypti conta com a ação de 342 Agentes de Combate a Endemias (ACE's) , conforme as diretrizes do Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD) do Ministério da Saúde. Agora, por determinação do Prefeito Emanuel Pinheiro o programa irá ser ampliado para atender as questões ligadas ao zika vírus e chicungunya.

Diariamente os agentes de combate a endemias fazem vistorias, tratamento e eliminação de possíveis criadouros nos imóveis. Em 2015 por exemplo foram realizadas 1.549.230 visitas domiciliares. No ano passado, até o mês de setembro, foram 1.127.530 visitas.

Outra ação prevista no programa municipal é o Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), que pesquisa o índice larvário do vetor (o mosquito). No ano passado foram realizados 4 (quatro) levantamentos e os resultados demonstraram que os maiores problemas continuam sendo os reservatórios no baixo e o lixo domiciliar.

O último levantamento, feito entre os dias 31 de outubro a 04 de novembro, constatou Índice de Infestação Predial (IIP) de 6,5 % , considerada uma situação de Alto Risco. Os resultados do primeiro LIRAa de 2017 deve ser divulgado nos próximos dias.

No seu trabalho de rotina, além das vistorias nas residências, os ACE’s quinzenalmente visitam e monitoram pontos considerados estratégicos como cemitérios, borracharias, oficinas e região no entorno desses locais. Nesses locais, onde existe notificação dos casos suspeitos de dengue, zika e chikungunya são feitas pulverizações e tratamento de criadouros não removíveis com produto químico. (Maria Barbant/PMC)



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