Sábado, 22 de setembro de 2018










LEANDRO ZAVODINI 26/12/2016 14:25Anterior | Índice | Próxima

Morador de MT fatura R$ 662 mil e se coloca entre melhores do pôquer

Da Reportagem

Aos 32 anos, o empresário Leandro Zavodini, morador de Lucas do Rio Verde (354 km ao Norte de Cuiabá), pode ser considerado o melhor jogador de pôquer do Brasil em 2016.

A consagração veio após o vice-campeonato no BSOP (Brazilian Series of Poker) Millions 2016, o mais importante torneio do esporte no país, realizado em novembro, em São Paulo. Zavodini foi o melhor brasileiro no torneio, já que o campeão foi um paraguaio.

Natural do Paraná, Leandro mora há seis anos em Lucas. A paixão pelo pôquer começou em 2013. “Não foi nada premeditado. Comecei com jogos online, pelo computador. Eu jogava, jogava e só perdia. Percebi que precisava evoluir”.

Foi aí que o empresário começou a estudar. Em meio à prática, passou a comprar livros de jogadores profissionais. “Comecei a entender os jogos. E fui alternando o conhecimento prático com o teórico”.

Nesse meio tempo, foi adquirindo experiência e percebeu que o melhor esquema é ouvir os outros jogadores, saber e entender suas cabeças. “Eu leio muito, muito mesmo. Mas a dica mais válida é ouvir os outros jogadores”, disse.

Além da boa colocação no BSOP, ele acabou vencendo um torneio menor. Somando os prêmios dos dois campeonatos, voltou para casa com R$ 662 mil.

“Ao todo, já ganhei cerca de R$ 800 mil em três anos como jogador. Essa foi a primeira vez que participei do BOSP. Tive sorte, mas não é só ela que nos guia. Precisa jogar muito bem”, afirmou.

Apesar do sucesso, Leandro garante que sua profissão não é jogar pôquer. “Não vivo disso. Mantenho minha empresa, que consome muito o meu tempo. Mas me dedico e gosto muito de jogar”, disse Leandro, dono de uma empresa que vende adubo orgânico para diversas cidades do Estado.

Tanto é que ele não treina todos os dias. “Jogo uma vez na semana. Não tenho muito tempo devido ao trabalho. Mas sempre estou pesquisando, estudando e aperfeiçoando”.

Preconceito - Leandro só lamenta a aura de preconceito que ainda cerca o esporte. “A gente sente isso. Na verdade, muita gente tem preconceito, sim. Acha que uma hora vamos perder tudo que conquistamos”.

Ele recorda que já ouviu dizer que logo estaria “afundado” em meio ao jogo. “Isso não é um jogo de azar. É um esporte. Só neste ano, o pôquer premiou mais que o Campeonato Brasileiro de Futebol, para você ter uma ideia. É um jogo de mente. E dentro da lei”.

Apesar disso, ele não desanima e acredita que o envolvimento de pessoas famosas nos jogos – como é o caso do ex-jogador de futebol Ronaldo Fenômeno - pode ajudar a popularizar o esporte.

Mesmo sem saber afirmar, ele acredita que os títulos conquistados são os maiores em Mato Grosso. “Pelo que já me falaram, é a maior premiação já conquistada em Mato Grosso. Mas isso eu não posso te afirmar”. Leandro aparece no ranking geral 2016 da BSOP em 14º lugar, com 1.360 pontos.

No último torneio, por exemplo, durante a 8º etapa do SP Millions, ele ficou em primeiro e segundo lugar em duas categorias diferentes. “Hoje, estou muito feliz. Não só pelos prêmios, mas pelo reconhecimento que vem acontecendo, pelas amizades que venho fazendo, pelos torcedores. Isso que é mais gratificante”, completou. (Assessoria)



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