Terça feira, 17 de outubro de 2017 Edição nº 14323 14/10/2015  










CPI DA COPAAnterior | Índice | Próxima

Servidor que denunciou troca de BRT para VLT será ouvido

Denunciou
Da Reportagem

A CPI das Obras de Mobilidade da Copa do Mundo, sob a presidência do deputado Oscar Bezerra recebe hoje para prestar esclarecimentos, Igor de Oliveira, funcionário do Ministério da Cidades que denunciou uma suposta articulação para que fosse trocado na Matriz de Responsabilidade de Mato Grosso, o modal de transporte do BRT (Bus Rapid Transit) para o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).

Igor de Oliveira, denunciou a diretora de Mobilidade Urbana, Luiza Gomide de Faria Vianna e a gerente de projetos, Cristina Maria Soja, que mais tarde teriam contra si uma ação do Ministério Público Federal sob acusação de terem adulterado parecer sobre a obra do modal de transporte para a copa em Cuiabá, além de terem prestado falsas informações ao Ministério Público Federal.

Além de Igor de Oliveira, vão prestar esclarecimentos os ex-diretores da extinta Agência Executiva da Copa do Mundo – Agecopa, Carlos Brito de Lima e Yenes Magalhães, este último chegou a presidir temporariamente quando da transformação da Agência para Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo – Secopa.

Segundo o presidente da CPI, Oscar Bezerra, é importante os apontamentos para subsidiar no futuro ações por parte dos órgãos de controle a respeito da responsabilidade de cada um dos autores e envolvidos em toda a celeuma da Copa do Mundo.

“Meu maior interesse é ver as obras saírem do papel, se tornarem realidade e dar respeito à população de Mato Grosso, principalmente de Cuiabá e Várzea Grande, pois ela vai pagar o custo da irresponsabilidade dos ex-gestores públicos, mas também quero fornecer aos órgãos de controle argumentos para punir os responsáveis pelos desatinos cometidos”, disse Oscar Bezerra.

Segundo o presidente da CPI, Igor Oliveira tem o poder de esclarecer o que já foi denunciado pelo Ministério Público Federal, que foi engendrado pelo então ministro das Cidades, Mário Negromonte, que deixou o cargo em dezembro de 2011 após uma série de denúncias.

Segundo parecer de quatro procuradores da República, a então diretora de Mobilidade Urbana, Luiza Gomide de Faria Vianna, e a gerente de projetos, Cristina Maria Soja, atuaram para maquiar a inviabilidade técnica de aprovação da obra do VLT. O parecer adulterava parecer técnico que vetava a troca da implantação da 'Bus Rapid Transit (BRT)', linha rápida de ônibus, por um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Segundo o documento, posteriormente adulterado, o projeto enviado pelo governo do Mato Grosso ao Ministério das Cidades apresentava prazos de execução e viabilidade inconsistentes com o calendário da Copa.



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· Essa obra do VLT deve ser feita pelo exé  - Sebastião S. Mota
· E a gororoba do VLT continua... Não seri  - César




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