Quarta feira, 26 de setembro de 2018 Edição nº 9916 08/04/2001  










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Liturgia da morte está fora de uso

Da Reportagem

No momento em que se agrava a epidemia, a tradicional liturgia da morte encontra-se abandonada. Não se escuta o dobrar dos sinos, o corpo das vítimas não é velado, nem há cortejo acompanhando sua jornada ao cemitério.

O “rito” agora é outro, para desgosto da religiosa população local: à noite – quando, acredita-se, a doença não se propaga com tanta intensidade – os encarregados do serviço conduzem uma carroça pelas ruas, recolhendo os mortos.

No cemitério Nossa Senhora do Carmo, local onde poucos se atrevem a entrar, os corpos são depositados em valas comuns e, depois de queimados, recebem uma camada de cal, para desinfecção. O local já é considerado de mau-agouro. (RV)



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