Segunda feira, 22 de abril de 2019 Edição nº 9916 08/04/2001  










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Intervalo de um mês garante fôlego para equipes pequenas

Da Agência Folha – São Paulo

O cancelamento da Rio 200, etapa brasileira da Indy, que seria realizada no último dia 25, no Rio, abriu um buraco de um mês no calendário da categoria e beneficiou as escuderias pequenas.

A prova brasileira foi cancelada porque a Prefeitura do Rio não aceitou pagar a taxa exigida pela Cart, que organiza o campeonato.

O GP do México, prova de abertura da temporada, foi disputado no último dia 11 e só amanhã, exatas quatro semanas depois, acontece a segunda etapa do campeonato, o GP de Long Beach, na Califórnia (EUA), às 16h.

Este intervalo de um mês criou uma espécie de “fôlego” para as equipes menores ou recém-criadas da categoria. Times como Sigma, Arciero, Fernandez, Green/ Motorola e Zakspeed/Forsythe puderam aproveitar este tempo entre as corridas para se organizar e se preparar para a temporada.

“Precisávamos deste tempo para poder arrumar as coisas na equipe. Foi bom pois na corrida do México nós estávamos correndo para conseguir participar da prova”, afirma o brasileiro Max Wilson, da novata Arciero.

“Agora, para o GP de Long Beach, tivemos tempo suficiente para nos prepararmos. Acho que estaremos em melhor forma para esta prova”, diz Wilson, que não terminou a etapa de abertura.

O mexicano Adrian Fernandez, que estréia neste ano como dono de equipe - é um dos proprietários da Fernandez -, afirma que seu time estará muito melhor do que no GP do México. “Estaremos bem mais organizados em diversas áreas”, declara.

O norte-americano Jimmy Vasser, campeão da Indy em 1996, tem a mesma opinião. “Com certeza os novos times tiveram mais tempo para se preparar melhor.”

“Algumas equipes acabaram se atrasando e começaram a trabalhar há pouco tempo. No México, muitas delas ainda estavam tentando arrumar as coisas”, completa o piloto da Patrick, terceiro colocado no GP de Long Beach em 2000, vencido por Paul Tracy.

Mas se o intervalo foi bom para os “pequenos”, para os “grandes” foi tempo perdido, pois com a mudança no regulamento da Cart, as equipes ficaram proibidas de testar durante a temporada.

Neste ano, os times só puderam testar até o dia 1º de março.

“É uma pena ter tanto tempo livre quando o novo regulamento proíbe os testes das equipes durante a temporada”, diz o brasileiro Tony Kanaan, da Mo Nunn.

Além disso, para os pilotos, muito tempo longe das pistas pode ser prejudicial. “Longos intervalos entre as corridas não são bons para nós, mas aproveitamos o tempo extra para trabalhar nosso preparo físico”, diz Kanaan.

“Estou ansioso para voltar a correr depois de um longo período parado”, declara o brasileiro Cristiano da Matta, da Newman-Hass, vencedor da prova mexicana e líder da temporada, com 21 pontos.



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