Terça feira, 17 de setembro de 2019 Edição nº 14184 28/04/2015  










NOSSA CASA 2015Anterior | Índice | Próxima

Atividade remunerada entre os chefes de família cai 7 p.p.

Pesquisa revela que percentual passou de 79% em 2013 para 72%


Projeto entrevistou 500 chefes de família na Capital mato-grossense
MARIANNA PERES
Da Editoria

O percentual de chefes de família que se declararam com atividade remunerada, em Cuiabá, recuou nos últimos anos, de 79% dos entrevistados, em 2013, para 72%, nesse ano, como aponta o projeto ‘Nossa Casa 2015’, realizado pela Vetor Pesquisas.

Conforme dados divulgados ontem, a retração foi de sete pontos percentuais (p.p.) na variação bienal. Em contrapartida, outros indicadores que avaliam o sistema financeiro utilizado pelos chefes de famílias ampliaram de 2013 para 2015, como a adesão aos cartões de crédito internacional e a bancarização, com acesso à contas-correntes e poupanças.

O projeto ‘Nossa Casa’ entrevistou entre os dias 20 a 30 de março 500 chefes de família na Capital mato-grossense. O objetivo da avaliação quantitativa é de traçar um diagnóstico de Cuiabá e apresentá-lo no mês de aniversário da cidade, em abril.

O levantamento sobre as relações dos chefes de família cuiabanos com o sistema financeiro revela que 72% dos entrevistados que afirmaram ter atividade remunerada, 24% têm carteira assinada, 24% são autônomos/empresários, 15% sem carteira assinada e 10% servidores públicos.

Na análise da posse de serviços financeiros, chama atenção o crescimento de mercado do cartão de crédito internacional, que passou de 17% em 2013 para 30% agora em 2015. Entre o total de entrevistados, 72% possuem conta-corrente em banco e 63% afirmaram ter poupança. A posse de imóvel foi citada por 53% dos chefes de família. De 2013 a 2015, o índice de famílias com empregado doméstico mensalista passou de 6% para 17% - um aumento de 183% nos últimos dois anos. Outro item com evolução é a posse de computadores, que cresceu 18 pontos percentuais desde 2013: o índice era de 58% e hoje está em 76%.

Quanto à percepção do mundo, do país, do Estado e da Capital, a perspectiva de que ‘vai piorar’, atingiu percentuais recordes na série histórica do projeto.



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