Segunda feira, 16 de setembro de 2019 Edição nº 14062 02/12/2014  










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Expectativa de vida aumenta 13,2 anos

Estudo divulgado pelo IBGE mostra que em pouco mais de três décadas, a longevidade média da população no estado passa a ser de 73,5 anos


A crescente prática de exercícios por pessoas da terceira idade também contribui para aumentar a expectativa de vida
YURI RAMIRES
Da Reportagem

Em pouco mais de três décadas, a expectativa de vida do mato-grossense aumentou 13,2 anos, revelou o estudo “Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013”, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram calculados entre os anos de 1980 e 2013. Atualmente, a vida média da população do estado é de 73,5 anos.

No ano passado, a expectativa de vida de uma mulher, ao nascer, foi de 77,1 anos, quando em 1980 era 63, 2 anos. Já os homens, a expectativa foi de 58,1 anos da década de 80, para 70,4 em 2013.

Apesar do crescimento, se comparada com o tempo médio da população brasileira, o mato-grossense vive cerca de um ano e quatro meses a menos. A expectativa de vida ao nascer pelos brasileiros é de 74,9 anos.

Conforme o IBGE, a população brasileira vem envelhecendo rapidamente, tanto em função do declínio da fecundidade quanto da mortalidade. Em 1980, das mil pessoas que completavam 60 anos, outras 656 não chegariam aos 80 anos.

No último ano, para cada mil pessoas com 60 anos, 427 não completaram os 80 anos, representando 229 óbitos a menos. Os números atualizados estão sendo utilizados pelo Ministério da Previdência Social, na hora de calcular o fator previdenciário.

“Tais indicadores guardam associação direta com as condições sanitárias, de saúde e de segurança da população em estudo, constituindo um modelo de grande valor para avaliar e introduzir os ajustes necessários nas políticas sociais voltadas para a sociedade como um todo”, diz trecho da pesquisa.

Mato Grosso ainda ocupou o 12º estado no ranking de expectativa de vida, perdendo para Mato Grosso do Sul, na 10º posição e Goiás, na 11º. Nesses estados, a expectativa é de 74, 7 anos e 73,7 anos, respectivamente.

Santa Catarina ficou em primeiro lugar com o melhor índice, 78,1 anos. O Maranhão ocupa o último lugar, onde a expectativa é de 69,7 anos.

Os índices da longevidade, ao menos dos moradores da Grande Cuiabá, foi reconhecido no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), na semana passada. Em dez anos, a longevidade passou de 0,766 em 2000, para 0,834 em 2013.

A região obteve 0,767 no IDHM, que foi considerado alto. No Ranking, Cuiabá e mais três municípios (Santo Antônio do Leverger, Várzea Grande e Nossa Senhora do Livramento), ocupam o oitavo lugar entre as 16 regiões do país ordenadas pelo desenvolvimento humano.



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