Quarta feira, 20 de março de 2019 Edição nº 14053 20/11/2014  










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Geller apresenta “relatório positivo” de seu Ministério

THIAGO ANDRADE
Da Reportagem

O ministro da Agricultura Neri Geller (PMDB) apresentou nesta semana um balanço positivo de sua viagem à China e Arábia Saudita. Foram feitos acordos comerciais que devem render 1,2 bilhão de dólares ao Brasil já no próximo ano.

A atitude do ministro foi vista como uma estratégia para se manter no comando do Ministério na segunda gestão da presidente Dilma Rousseff (PT).

Geller, que foi indicado pelo senador Blairo Maggi (PR) para ocupar o cargo de ministro da Agricultura, não faz parte da lista de membros do primeiro escalão que enviou cartas à presidência da República colocando o cargo à disposição.

A presidente Dilma também não decidiu sobre a permanência do peemedebista à frente do Ministério. Parlamentares do PMDB estariam fazendo pressão para que a presidente retire Neri do cargo.

Quando foi indicado para assumir o comando do Ministério, a presidente fez questão de consultar a base do PMDB, que aceitou o nome de Geller. Entretanto, algumas lideranças da legenda, como o líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha, disseram que não foram ouvidos pela presidente.

Para assumir o Ministério, Geller teve o apoio da bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional. Também contou pontos a seu favor o trabalho que desenvolveu à frente da Secretaria de Política Agrícola, segundo cargo de maior importância no Ministério, responsável pela elaboração do Plano Safra.

Entre os cotados, caso Geller deixe a Pasta, estão a senadora Kátia Abreu e o deputado federal Mauro Lopes, ambos do PMDB.

AÇÕES POSITIVAS – Em entrevista coletiva, Geller informou que governo chinês já retirou oficialmente o embargo da carne e de imediato 18 plantas frigoríficas estão habilitadas a exportar, sendo oito de carne de aves; uma de carne suína e nove estabelecimentos de carne bovina. No caso da Arábia Saudita, seguindo a burocracia daquele país, ainda será realizada inspeção por amostragem em alguns estabelecimentos brasileiros, seguida de assinatura de um decreto do rei Abdulla para que sejam iniciadas às negociações comerciais com o setor privado do Brasil. Segundo ele, o sucesso das missões aos dois países não se resumem aos resultados dessas negociações. Afirma que a reabertura do mercado saudita é estratégica também pela possibilidade de abertura imediata de outros mercados do Golfo Pérsico. Disse ainda que o potencial de crescimento se traduz em várias outras vantagens para a bovinocultura nacional, como geração de empregos, industrialização do setor e incorporação de tecnologia. “Isso gera superávit na balança comercial e movimenta a economia nacional”, completou.



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