Segunda feira, 24 de junho de 2019 Edição nº 14053 20/11/2014  










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Prefeito rebate promotor e reafirma sua inocência

ALLINE MARQUES
Da Reportagem

O prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães (PMDB), esteve na sede do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) para acompanhar a abertura dos lacres dos materiais apreendidos em seu gabinete na terça-feira durante cumprimento de mandado de busca e apreensão durante a operação Camaleão. Ele chegou por volta das 8h30 e saiu às 11h, aparentando tranquilidade.

Antes de participar da abertura dos lacres o prefeito falou com a imprensa e desmentiu o promotor Marco Aurélio de Castro, coordenador do Gaeco, que afirmou ter identificado a participação do peemedebista no esquema. Para Walace, o promotor está equivocado e voltou a negar qualquer envolvimento com a organização criminosa que atuava dentro da prefeitura de Várzea Grande.

Sobre supostas conversas do prefeito com secretários, Walace desviou o foco e disse que fala diariamente com vários servidores e com os representantes do primeiro escalão da administração municipal para ter conhecimento do andamento das ações da prefeitura, mas nada tem a ver com a contratação de empresas.

O chefe do Executivo disse ainda que somente após a assinatura do contrato com a empresa é que se mantém uma relação de trabalho e a “vida pregressa” da construtora não é de responsabilidade da prefeitura. “A vida pregressa das empresas eu não tenho obrigação de saber”.

Walace disse ainda que costuma manter contato com os empresários para cobrar agilidade nas obras da prefeitura. Ele comentou a prisão do irmão, Josias Guimarães, que foi detido por posse ilegal de arma, e o inocentou.

Além de Walace, representantes da empresa Carneiro Carvalho também estiveram no Gaeco para acompanhar a abertura dos lacres. O prefeito informou que as CPUs de propriedade da prefeitura serão analisadas prioritariamente para que possam ser devolvidas e garantir que os trabalhos voltem ao normal na sede da administração municipal.

O peemedebista passa por uma situação política delicada. Ele é investigado pela Justiça Eleitoral por caixa 2 na campanha eleitoral de 2012. A ação é movida pelo partido adversário, o DEM, e o Tribunal Regional Eleitoral determinou a quebra de sigilo fiscal dele e de aliados.

Além disso, Walace possui uma relação tumultuada com a Câmara Municipal, que poderá cassar o mandato do prefeito. O secretário de Serviços Públicos e Transportes, Roldão Lima Junior, foi convocado pelos vereadores para comparecer à sessão de ontem à noite e apesar de o requerimento ter sido aprovado anteriormente à Operação, ele deverá ser questionado sobre os contratos com a construtora, que seria uma empresa de fachada.



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· Prefeito Walace, venha fazer uma visita   - KID BALLA




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