Quarta feira, 16 de janeiro de 2019 Edição nº 13680 21/08/2013  










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Sem medo da concorrência

O que poderia ser o ‘patinho feio’ de um dos segmentos mais disputados da indústria virou cisne e faz 50 anos


Marajá, uma das grandes indústrias de VG, nasceu em Rondonópolis em 63
MARIANNA PERES
Da Editoria

Qualquer cuiabano ou radicado no Estado, especialmente aqueles que estudavam no antigo primário das décadas de 80 e 90, em especial, ainda se lembra do gosto de infância do ‘guaranazinho’ Marajá – referência à garrafinha –, ou do guaraná em garrafa de cerveja de 600 ml. O produto era o preferido da criançada e ainda hoje é referência de bebida. Tanto é, que a indústria mato-grossense está completando 50 anos de existência na próxima sexta-feira e com disposição para mais 50 anos.

A Refrigerantes Marajá, com sede em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, é sobrevivente num dos segmentos da indústria mais concorridos do país. Além de soja, pecuária, milho e algodão, em Mato Grosso também se produz refrigerantes e afins, bebidas em vários sabores e apresentações que chegam a vários estados do Centro-Oeste e Norte e até à Bolívia. Às vésperas de fechar os primeiros 50 anos de fundação, a indústria anuncia que até 2015 tem a projeção de investir R$ 5 milhões em novas ações. Uma delas é a fabricação de sucos engarrafados.

Conforme um dos empresários proprietários da indústria, Cláudio Brüehmüeller, a Refrigerantes Marajá atua também no Mato Grosso do Sul, em Rondônia, no Acre e Amazonas e na Bolívia. “Investimentos na qualidade dos nossos produtos como forma de nos diferenciarmos no mercado e por priorizarmos a saúde e o bem-estar do consumidor”, pontua

Como todo empresário no país, Brüehmüeller teve de driblar crises, mudanças nas leis que regulamentam o setor, planos econômicos e toda a insegurança jurídica e tributária que existe, tanto no Estado como no país. Como explica, para conseguir sobreviver à concorrência num mercado extremamente competitivo a empresa, que gera cerca de 700 empregos diretos e indiretos, pautou sua atuação na inovação de produtos, na permanente busca pela compreensão dos consumidores e no processo contínuo de valorização dos colaboradores. Além de ampliar o mix de produtos, sabores e embalagens, se expandiu para o segmento de água mineral e de energéticos e ainda criou um diferencial na linha diet, ao optar por adoçante a partir de sucralose, uma alternativa sem calorias e sem o sabor amargo que permanece quando se ingere produtos com sacarina e aspartame, por exemplo.

PRINCÍPIO – Todos conhecem a Marajá com sede em Várzea Grande, mas a história começou em 1963, na cidade de Rondonópolis (210 quilômetros ao sul da Capital), originalmente chamada de “Indústria de Bebidas Alves Pimenta e Cia.”, fundada por Djalma Pimenta, e em 1982 passou a ser administrada pelos empresários Cláudio Brüehmüeller e Felippe Brüehmüeller. Nessa época, a indústria se instalou em Várzea Grande, atuando ainda como revenda filiada à matriz em Rondonópolis.

Em janeiro de 1984, a empresa já possuía doze caminhões e atendia à capital e à Baixada Cuiabana. O mix de produtos era composto pela linha de vidro: guaraná de 200 ml (Ns), guaraná de 300 ml (Ks), Guaraná, Laranja e Limão de 600 ml (Gs). A partir de março de 1986, a Refrigerantes Marajá passou a envasar os refrigerantes em suas próprias instalações. A indústria passou a contar com uma linha de produção de vidro automática, com autonomia para envase de 3,6 mil garrafas/hora.

Em 1998, foi construída e inaugurada a nova planta industrial com 50 mil metros quadrados (m²), sendo 12 mil m² de área construída. A capacidade para envase passa então para 40 mil litros de refrigerantes por hora. Com o crescimento das vendas e a expansão de novos mercados, nasceu a necessidade de ampliação da área construída do parque industrial, que soma 20 mil m² atualmente.

Em 2005, a companhia muda de sociedade limitada para sociedade anônima, passando, então, sua razão social para Refrigerantes Marajá S/A. Dos anos 80 para cá, a gama de produtos também aumentou. Agora, os refrigerantes são comercializados em embalagens de 250 ml, 1,5 litro, 2 e 3 litros em embalagens pet, e em latas de 350 ml. (Com assessoria).



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