Sexta feira, 24 de novembro de 2017 Edição nº 13603 19/05/2013  










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Países em crise poderão ser bons fornecedores ao Brasil

A ideia do governo federal de trazer médicos estrangeiros para atuar no país foi anunciada no início deste mês e provocou polêmica. Em princípio, o Ministério da Saúde falou em profissionais cubanos.

Por conta da reação de alguns setores – que enxergaram na proposta um viés ideológico -, o governo anunciou que pensa também em importar profissionais espanhóis em portugueses, países que vivem uma séria crise econômica.

No caso dos portugueses, a vantagem poderia ser maior, uma vez que não haveria a barreira da língua para dificultar a relação entre médico e paciente.

A sugestão de importar profissionais foi dada ao governo pela Frente Nacional de Prefeitos, por causa da dificuldade em contratar médicos para o interior do país.

Assim como em Mato Grosso, a demografia dos médicos é desigual no Brasil. Quase 60% atuam nas grandes cidades. Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo têm o maior número de profissionais por grupo de mil habitantes.

O governo ainda está definindo os detalhes de como será a contratação dos estrangeiros. A maior preocupação diz respeito à validação do diploma. Hoje, é exigido que médicos que tenham se formaram no exterior façam uma prova para poder atuar no país.

De cada 100 profissionais que se formam fora do Brasil, apenas 15 conseguem validar o diploma no país. A maioria deles é formada por brasileiros que estudam na Bolívia ou em Cuba.



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