Segunda feira, 24 de novembro de 2014 Edição nº 13152 04/11/2011  










CAIXAS-ELETRÔNICOSAnterior | Índice | Próxima

Policial é preso por suspeita de integrar bando

O policial civil Everton Júnior da Silva estava na companhia de mais quatro pessoas, que também foram presas; PM ainda acusa um assessor parlamentar


A Polícia Militar afirma ter prendido um grupo que teria tentado arrombar mais um caixa-eletrônico no Estado
FRANCIS AMORIM
Da Sucursal de Barra do Garças

O policial civil Everton Júnior da Silva, de 33 anos, lotado em Várzea Grande, foi preso pela Polícia Militar na região de Araguaiana acusado de integrar uma quadrilha que planejava arrombar o terminal eletrônico da agência do Banco Postal do Bradesco daquela cidade. Além de Everton, outras quatro pessoas foram presas.

Segundo a PM, os cinco retornavam de Araguaiana, pela MT-100, quando foram abordados, depois de tentativa frustrada de arrombar a agência. Everton, Andreonio Moraes de Lima, 26, Jean Davis Soares Pinto, 25, Rony Martins de Brito, 23, e Marcelo Pereira da Silva, 31, estavam em um Fiat Uno. Com eles os policiais militares apreenderam vários objetos.

No veículo os PMs encontraram uma pistola ponto 40 com o brasão da Polícia Civil, dois revólveres calibre 38, munições, dois cilindros de oxigênio, um bico de maçarico, um botijão de gás, um isqueiro, um veda-rosca, um extintor de incêndio, um alicate de pressão (um adaptado para abertura de caixas), chaves de fenda, luvas, alavancas, dois pés de cabra, sete telefones celulares, R$ 1.720 em espécies, R$ 4.900 em cheques e uma pequena porção de maconha.

De acordo com o Comando Regional Leste, a PM chegou à quadrilha por meio de uma ligação anônima informando de que assaltantes estariam na cidade para executar o plano de arrombamento.

Segundo a PM, a quadrilha teria escolhido a cidade de Araguaiana a convite do assessor parlamentar da Assembleia Legislativa, Alexandre Rodrigues Oliveira (enteado do prefeito de Araguaiana, Pedro Paschoal), tido como o mentor da ação.

O tenente Flávio Pereira Diniz, responsável pela operação, relatou que os acusados tentaram enganar a guarnição policial ao informar que estavam retornando de uma fazenda. “Porém, a argumentação foi por terra depois da revista”. Além dos materiais, a PM encontrou também uma lista contendo 15 nomes com valores discriminados de possíveis ações realizadas em outras cidades.

Oito policiais militares das unidades do 2º Batalhão de Polícia Militar e integrantes da Força Tática de Araguaia, grupo de operações especiais de Barra do Garças, participaram da ação. Os acusados responderão por crimes de tentativa de furto, formação de quadrilha e porte ilegal de armas.



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