Segunda feira, 16 de dezembro de 2019 Edição nº 13110 13/09/2011  










TANGARÁ DA SERRAAnterior | Índice | Próxima

Câmara escolhe novo prefeito no dia 30

Qualquer cidadão do município poderá colocar o nome à disposição para ser avaliados pelos vereadores da cidade


O prefeito interino, Miguel Romanhuk (DEM), cotado para ficar no cargo
FERNANDO DUARTE
Da Reportagem

O município de Tangará da Serra, distante 239 quilômetros de Cuiabá e alvo recente de afastamento do prefeito, vice e quatro vereadores, passará por uma eleição indireta no próximo dia 30 de setembro. O nome do prefeito em exercício e presidente da Câmara licenciado, Miguel Romanhuk (DEM), é o mais cotado para vencer o pleito.

Por faltar menos de dois anos para concluir o atual mandato, a Constituição Federal determina que seja decidida por eleição indireta, ou seja, sem a decisão da população e somente com os vereadores votando.

Segundo o presidente da Câmara, vereador Luiz Henrique Matias (PTB), ainda serão discutidas questões como a forma de votação, se será secreta ou aberta. Apesar de já estar no cargo de prefeito, Matias afirma que qualquer candidato tem chance de vencer, inclusive indivíduos que não tenham cargo.

Além da forma de voto, também deverá ser definido o total de vereadores que participarão do pleito. Há dúvidas se o presidente se manifestará apenas para o “desempate” da eleição. Na próxima sexta-feira (16), será publicada uma resolução com todos os detalhes da eleição.

Podem se candidatarem ao cargo de prefeito pessoas que sejam filiadas a partido político, incluindo os próprios vereadores de Tangará da Serra.

A eleição indireta foi definida com a participação do Ministério Público Estadual (MPE) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Ela é necessária após a Câmara Municipal cassar o prefeito Júlio César Ladeia (PR), o vice José Jaconias da Silva (PT) e os vereadores Celso Ferreira de Souza (DEM), Genilson Kezomae (PR), Haroldo Lima (DEM) e Paulo Porfírio (PR).

Os políticos são acusados de envolvimento no desvio de recursos promovidos pela Oscip Idheas, responsável por diversos setores da saúde municipal, o que inclui contratação sem licitação, continuidade nos contratos, não ter agido para coibir os crimes, recebimento ilícito de recursos, etc.

A decisão, realizada após oito dias de sessão, foi inédita no município de pouco mais de 83 mil habitantes. Ladeia já anunciou que irá recorrer por considerar que a sessão desrespeitou os trâmites legais.



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