Domingo, 08 de dezembro de 2019 Edição nº 13010 17/05/2011  










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Júlio Ladeia se defende das 27 denúncias

Da Reportagem

O prefeito de Tangará da Serra (239 quilômetros de Cuiabá), Júlio César Ladeia (PR), se defendeu das 27 denúncias apresentadas pela Câmara Municipal de Vereadores. Novamente, o prefeito argumentou que as acusações são originadas pela oposição, que insiste no afastamento da função.

Na sessão do dia 9 deste mês, os vereadores questionaram irregularidades na escolha das servidoras Rosane Denise Poletto e Ivete Sanches Rodrigues, fiscais do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN).

A qualificação delas foi colocada em suspeita devido ao trabalho que estavam realizando. Mas o prefeito apresentou os diplomas de ensino superior, cursos de pós-graduação em Gestão Pública e certificados de eventos e palestras que presenciaram.

“Eles (oposição) colocaram em dúvida porque elas estão investigando a sonegação de imposto no município. Tem nota de R$ 7,2 mil que foi passada como R$ 200. Existe um rombo. Estamos pegando as notas dos últimos cinco anos para provar isso”.

Ainda sobre as fiscais, foi questionado se elas estariam trabalhando para uma empresa privada na cidade, fato que Ladeia nega. Ao todo pesam 12 denúncias, somente contra elas, como fraude na elaboração da produtividade mensal. Todas as acusações também negadas pelo Executivo municipal.

Mais acusações - Além disso, Ladeia é acusado de inadequação de materiais didáticos do programa Projovem, atraso na remuneração dos professores e fornecedores, lesão ao erário público sobre a frequência dos alunos, fraude na frequência para o recebimento de bolsas do governo, coação e assédio moral a servidores e baixa qualidade no curso e no material da Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico de Mato Grosso (Fundatec), entre outros.

Segundo o prefeito, que enumerou por item as explicações de cada denúncia, as acusações são sem fundamento, já que, por exemplo, o atraso do pagamento dos professores ocorreu devido ao “atraso no repasse dos recursos por parte de MTE (Ministério do Trabalho e Emprego)”. Já com os fornecedores, a responsabilidade pelo pagamento, segundo a prefeitura, é da própria Fundação. Assim, após a administração pública saber do atraso, irá quitar o pagamento “diretamente aos credores”.

Sobre “coação e assédio moral”, de acordo com a secretária de Indústria, Comércio e Serviços, Maisa Santos Coutinho, não foi fornecida nenhuma informação em relação ao assunto. E com a “baixa qualidade no curso e no material da Fundatec”, a secretária destaca que a apostila é fornecida pelo MTE e que os professores e profissionais contratados são “muito bem” qualificados. (FD)



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