Segunda feira, 15 de julho de 2019 Edição nº 12498 22/08/2009  










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Ministro aponta vícios na legislação ambiental

Para Stephanes a legislação ambiental ‘não facilita a vida dos produtores’


Ministro Reinold Stephanes: legislação foi concebida dentro de uma visão meramente ambientalista
MARCONDES MACIEL
Da Reportagem

O ministro Reinhold Stephannes (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), apontou vícios na legislação ambiental brasileira e fez duras críticas às Organizações Não Governamentais (ONGs), que para ele servem apenas a interesses internacionais. “O conjunto da legislação foi concebido dentro de uma visão meramente ambientalista. Os produtores não foram consultados e somente agora estão colhendo os prejuízos de uma legislação que dificulta a atividade agropecuária em várias regiões”. Mato Grosso foi citado como um dos Estados mais prejudicados.

As críticas foram feitas ontem, em Cuiabá, momentos antes de o ministro falar aos agricultores que participaram da Bienal dos Negócios da Agricultura, na sede do Senar. Segundo Stephannes, a legislação ambiental é “falha, carrega vícios” e não facilita a vida dos produtores.

“Pela atual legislação, os produtores estão sujeitos a serem classificados de criminosos e outros até mesmo perderem parte de suas propriedades. Mas os ambientalistas geniais se esquecem de que o Brasil é o país mais ecológico do mundo e ocupa apenas 6% do seu território com a agricultura, sendo 2,5% com a soja”, disse, citando estudos e análise da Embrapa/Meio Ambiente.

O ministro afirmou que, apesar desta preocupação com o meio ambiente, o Brasil sofre pressões e críticas de todo o mundo, como se fosse o único país do mundo a ter compromisso com a questão ambiental. “A maioria dos países desenvolvidos está com suas reservas exploradas e sucateadas. Mas ninguém vê isso. Todos voltam seus olhos somente para o Brasil”.

Stephannes vê a questão ambiental apenas como pano de fundo. “Na verdade, como o Brasil é o pais mais eficiente do mundo para plantar, acaba sofrendo pressões de ONNs financiadas com recursos externos para impedir que continuemos crescendo”.



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