Sábado, 22 de setembro de 2018 Edição nº 9601 14/05/2000  










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Pronto para dar autógrafos

Reynaldo Gianecchini diz que não se incomoda de ser chamado de galã. Só não quer ficar estigmatizado

Roberto Steinberger/Ag. O Globo
REYNALDO GIANECCHINI, numa foto no Japão, onde a novela, que vai ao ar em junho, também foi gravada
ELIZABETE ANTUNES
Da Agência O Globo

Protagonista de "Laços de família", próxima novela das 19h da Rede Globo, Reynaldo Gianecchini tem todos os atributos físicos (79kg bem distribuidíssimos em 1,86m) e simpatia de sobra para ocupar o posto de mais novo galã da televisão. Talento o rapaz também quer provar que possui. Afinal, o par romântico de Vera Fischer (Helena) na trama de Manoel Carlos tem passagens pelo teatro em "Boca de ouro" e "Cacilda", ambas montagens do conceituado diretor José Celso Martinez Corrêa. Modelo internacional durante sete anos, ele diz, ainda, que tem disciplina e força de vontade suficientes para provar, no papel do médico Edu, que não é só mais um rosto bonito.

- Quando eu ainda trabalhava como modelo, pensei: não sou apenas essa carcaça. Claro que eu adorava a minha vida de Paris/Nova York/Milão, mas havia coisas latentes em mim que eu queria mostrar - conta ele, que, recentemente, gravou com parte do elenco no Japão. - E acho que vou me sair bem. Sou corajoso, cara-de-pau e adoro enfrentar novos desafios. Tenho consciência de que não tenho muita experiência, mas sou um cara supersensível. Interpretar não é uma brincadeira: me preocupo com a voz, com a câmara, com tudo. Estou sempre ligado na cena.

Para Giane, como o ator é chamado pelos colegas, beleza é apenas um item a mais.

- O ator não precisa ser bonito, tem que representar bem e ter carisma também. Sei que vou dar a minha cara a bater. É tudo muito novo para mim, mas estou superfocado nesse trabalho - diz ele, que, nos três primeiros meses de gravação, terá a orientação exclusiva do diretor Moacyr Chaves.

A fama repentina que seu personagem certamente lhe trará também não o assusta. Ele garante que continuará levando uma vida normal:

- Sou do interior (de Birigüi, em São Paulo), adoro andar descalço, fazer tudo a pé, ir ao supermercado, à esquina ... Vou me recusar a ficar enclausurado, não faço isso de jeito nenhum.

Se comparado ao furacão e galã-mor da vez, Thiago Lacerda, o Matteo de "Terra nostra", ele responde:

- O Thiago se deu bem, é bonito e um bom ator. Acho que o único vínculo entre nós dois é que estou começando numa novela das 19h, horário em que ele estourou. Mas tenho um caminho a trilhar. Não me incomodo se for chamado de galã. Só não quero ficar estigmatizado como o bonzinho pelo fato de o Edu ser um cara legal demais, um herói. Pretendo fazer vários tipos, raspar a cabeça se for preciso. O ator tem que ter uma entrega total ao seu trabalho.



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