Terça feira, 18 de dezembro de 2018 Edição nº 12236 07/10/2008  










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Rússia aplica maior goleada: 31 a 2

GIULIANDER CARPES
Da Agência Estado – Brasília, DF

O Brasil havia protagonizado a maior goleada de um Mundial de Futsal (29 a 2 sobre a Guatemala, em 2000) e tinha ainda as maiores vitórias da modalidade. Até ontem. Mordida depois de tomar 7 a 0 da seleção verde-amarela no sábado, a Rússia descontou toda sua fúria na fraca equipe das Ilhas Salomão e ganhou um incentivo a mais para decidir a segunda vaga do Grupo A diante do Japão, amanhã. Resultado: impressionantes 31 a 2. Os brasileiros naturalizados russos Pula e Sirilo foram os artilheiros da partida, com nove e seis gols cada um, respectivamente.

"Serviu para dar um pouco de moral", afirmou o pivô Sirilo, que não ficou satisfeito com a equipe. "Não levo em conta jogo fácil como o de hoje (ontem). A verdadeira seleção russa é de poucos gols e muita marcação. Não podíamos ter tomado gol contra as Ilhas Salomão." Pula se tornou o maior artilheiro de uma única partida na história dos mundiais. Assumiu ainda a ponta na artilharia da competição, na frente de Falcão e Lenísio. O ala da Rússia ficou com 11, enquanto os brasileiros têm 9 e 8, respectivamente.

"Cara, nem sabia que estava virando o artilheiro durante o jogo", contou. "Só iam surgindo as oportunidades e eu ia fazendo gols." Esta foi a primeira vez que ele anotou tantas vezes em um único jogo. Sua marca anterior era de cinco gols.

Apesar do resultado histórico, o técnico russo Oleg Ivanov procurou manter os pés no chão. "Nós precisávamos tentar esquecer o jogo contra o Brasil", explicou. "Ficamos muito felizes por bater este recorde, mas ainda não nos consideramos candidatos ao título. Queremos apenas mostrar que temos um futebol bonito e que estamos evoluindo." O time ainda tirou o pé na etapa final - no primeiro tempo fez 20 a 0, um gol a cada minuto.

Embora inapelavelmente vencidos, os jogadores de Ilhas Salomão não se mostravam abatidos na saída do vestiário depois da partida. Equipe formada por meninos com média de idade de 18 anos, eles riam e tiravam sarro um do outro. Até porque, apesar dos maus resultados, conseguiram mostrar que têm atletas habilidosos, como Jack Wetney, que quase havia marcado gol diante do Brasil e ontem conseguiu estufar as redes. "Nós precisamos trabalhar forte a nossa defesa e melhorar nosso nível de concentração", analisou o técnico Victor Wai'ia.

No outro jogo do Grupo A, o Japão venceu Cuba por 4 a 1 e se manteve com chances de classificação para a segunda fase. Japoneses e russos têm 6 pontos, e quem ganhar fica com a vaga - a Rússia, que obviamente tem melhor saldo de gols, joga pelo empate. O Brasil se despede contra Cuba.



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