Sexta feira, 23 de agosto de 2019 Edição nº 9800 04/12/2000  










Anterior | Índice | Próxima

Luiz Felipe Scolari diz que o Cruzeiro não é favorito

Da Reportagem

Classificado para a fase semifinal da Copa João Havelange, o técnico do Cruzeiro, Luiz Felipe Scolari, tenta exorcizar os comentários de que o time mineiro é o favorito para vencer a competição. Scolari vê o Cruzeiro com chances iguais às dos concorrentes que sobreviverão às quartas-de-final. O time vai pegar agora Vasco ou Paraná.

Após a partida contra o Internacional, no sábado, quando venceu por 3 a 2, em um jogo “emocionante e empolgante", conforme definiram os jogadores e comissão técnica do time mineiro, o técnico do Cruzeiro se reconciliou com a torcida e pediu que ela compreenda que o time não é o que o muitos pensam.

“A equipe não tem toda a qualidade que ela (a torcida) pensa que tem. É um time que veste com amor e carinho a camisa. É um grupo pequeno e com dificuldades para prosseguir no campeonato", disse.

Scolari também mandou recados, sem identificar os destinatários, para que deixem de falar que o Cruzeiro é o favorito. “Não existe favorito. É preciso parar com essa bobagem, com a puxação de saco e rasgação de seda na TV."

A raça e a vontade demonstradas pelos jogadores na partida de sábado, no entanto, levou Scolari a admitir que o time está se identificando com o trabalho que tenta realizar nos clubes que dirige.

“O trabalho não aparece logo quando você chega a uma equipe. Aos poucos, vamos tendo a identificação. Essa união vai fazer com que o Cruzeiro dê mais um passo", disse Scolari, que chegou ao time mineiro há cinco meses e tem mais dois anos e dois meses de contrato.

Foi a garra o principal trunfo cruzeirense para bater o Internacional, segundo o treinador. “Foi com vontade de jogar que viramos o jogo. Por duas vezes o placar nos era desfavorável, mas o time mostrou que só com muita dedicação e vontade se vence. O jogo foi mais nervoso do que nunca", disse.

Ninguém no Cruzeiro diz preferir ter o Vasco ou o Paraná como adversários na semifinal. O máximo que os jogadores aceitaram comentar foram as características dos dois times. O Vasco mais técnico e o Paraná com uma marcação mais forte e um jogo mais rápido.

“O Paraná se assemelha ao Inter, é mais difícil cadenciar o jogo contra ele. Se for o Vasco, serão dois jogos mais bonitos de se ver", disse o volante Ricardinho.

Para o zagueiro Cris, ex-corintiano que caiu nas graças de Scolari, o time tem de respeitar Vasco e Paraná e “demonstrar a mesma vontade em campo para vencer".



Anterior | Índice | Próxima

Comentários Deixe aqui sua opinião sobre esse assunto




19:31 Mauro "pede a Deus" por empréstimo
19:31 BOA DISSONANTE
19:30 Incentivos fiscais: novos tempos!
19:29 Preservação
19:29 60 anos da Rádio Difusora Bom Jesus


19:28 Lista da privatização
19:28 Desserviço
19:27 Livro dribla melodrama com personagem que usa sono para superar luto
19:27
19:26 Raul Seixas persiste 30 anos após morte
Cuiabá
Min: 18°
Max: 36°

TOPO | PRIMEIRA PÁGINA | ÚLTIMAS NOTÍCIAS | POLÍTICA | ECONOMIA | CIDADES | POLÍCIA | ESPORTES
BRASIL | MUNDO | DC ILUSTRADO | CUIABÁ URGENTE | EDITORIAIS | ARTIGOS | AZUL | TEVÊ | E-MAIL
Diário de Cuiabá © 2018