Quarta feira, 16 de janeiro de 2019 Edição nº 12003 30/12/2007  










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Marajá rompe fronteira

Empresa anuncia R$ 24 mi em novos investimentos, conquista prêmio PSQT e quer estar presente em todos os continentes

Maurício Barbant/DC
Presidente da Marajá, Cláudio Bruehmüller, revela que quer firmar sua marca no exterior em 2008. Para isso, novas plantas serão construídas e novos produtos, lançados
MARCONDES MACIEL
Da Reportagem

Com previsão de encerrar 2007 com crescimento de 8% e faturamento próximo de R$ 40 milhões no ano, a Refrigerantes Marajá, com sede em Várzea Grande, anuncia investimentos de R$ 24 milhões fora de Mato Grosso nos próximos três anos. Nesse prazo a indústria pretende montar mais duas plantas. A primeira será em Campo Grande (MS), e a outra em Porto Velho (RO), ambas com capacidade para produzir 25 mil litros de refrigerantes por hora e com estimativa de gerar pelo menos 150 empregos diretos.

A implantação das duas novas fábricas da Marajá faz parte do plano de expansão e da estratégia da empresa em fortalecer a sua presença em mercados onde ela já está presente atualmente.

“Na verdade, queremos mesmo é ampliar a nossa participação no mercado regional e abrir novas frentes de trabalho para a população”, afirma o presidente da Marajá, Cláudio Bruehmüller.

Fundada em 1963 em Rondonópolis (210 quilômetros ao sul de Cuiabá), a empresa começou com um quadro de apenas 20 funcionários e produção de dois milhões de litros de refrigerantes por ano. Agora são cerca de 200 colaboradores na planta de Várzea Grande e a produção anual já passa de 60 milhões de litros de refrigerantes. Só de impostos estaduais, federais e municipais, a empresa desembolsa anualmente cerca de R$ 18 milhões.

Segundo Cláudio Bruehmüller, a Marajá possui uma produção totalmente automatizada e um rígido controle de qualidade.

O parque industrial ocupa um espaço de 50 mil m², dos quais 15 mil m² de área construída, onde funcionam a administração e a unidade fabril com capacidade para produzir cerca de 40 mil litros de refrigerantes por hora.

A produção é destinada, em sua grande parte (90%), para o mercado interno, com ênfase para o atendimento dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul (onde já existe um centro de distribuição), Rondônia, Acre, Pará e Amazonas. Apenas 10% dos produtos têm como destino o mercado externo, focado no Paraguai, na Bolívia, na Itália e nos Estados Unidos, atingindo três continentes distintos.

A prioridade da Marajá é fortalecer a sua presença na América do Sul e atingir todos os continentes em um prazo de três anos. A estratégia da Marajá é consolidar sua participação no mercado de refrigerantes, água e suprimentos, tanto no Brasil quanto no exterior.

Com a fábrica de Campo Grande, a Marajá pretende intensificar a sua presença nos mercados de Mato Grosso do Sul e São Paulo, e também no Paraguai.

Com a planta de Rondônia, a empresa espera aumentar a sua participação no mercado regional – incluindo o Acre e Amazonas - além da Bolívia e do Peru.

O carro-chefe da linha de produtos da Marajá continua sendo o refrigerante de garrafa tipo ‘pet’ 2 litros, que concentra 70% das vendas. O sabor mais vendido é o guaraná, com 35% da preferência dos consumidores, seguido do refrigerante cola (25%) e, laranja, 13%.

A meta da empresa para 2008 é crescer 22% em faturamento, que poderá ficar próximo de R$ 50 milhões.

De acordo com Bruehmüller, a Marajá detém atualmente 20% do mercado de refrigerantes em Mato Grosso. Com novos investimentos a serem realizados pela empresa, ele espera ficar com uma fatia de 33% deste mercado nos próximos dez anos.



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