Sábado, 22 de setembro de 2018 Edição nº 11885 07/08/2007  










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Palmeiras comemora entrosamento

DANIEL AKSTEIN BATISTA
Da Agência Estado – São Paulo

A atuação de gala foi de Diego Cavalieri, que garantiu a vitória de 1 a 0 sobre o Fluminense, domingo, no Maracanã, com várias defesas e pegou até um pênalti. Os méritos pelo triunfo, entretanto, não foram apenas para o substituto do pentacampeão mundial Marcos. Edmundo e Valdivia, mais uma vez, desequilibraram - o time jogou em função deles, que, juntos em campo nesse Brasileiro, ainda não sabem o que é derrota.

A dupla fez cinco partidas como titular: quatro vitórias (Fluminense, Vasco, Figueirense e Flamengo) e um empate (São Paulo). Na partida contra o Santos (2 a 2), Edmundo entrou na segunda etapa e atuou alguns minutos com o chileno - e o time conseguiu o empate já nos acréscimos. E na derrota para o Paraná por 1 a 0, o técnico Caio Júnior tirou Valdivia para a entrada do Animal.

Sempre que dão entrevistas, um elogia o outro. Não foi diferente após o triunfo de domingo. "A gente sempre joga quando nos deixam jogar", disse Edmundo. Na semana passada, o camisa 7 palmeirense ficou de fora do jogo contra o Sport, no Palestra Itália. A derrota por 2 a 1 deixou a torcida irritada e gritos de "burro" foram direcionados a Caio Júnior. No dia seguinte, Valdivia falou da importância de ter o companheiro ao seu lado, principalmente para dividir as atenções dos marcadores rivais. "A gente sabe que tem jogos que o Palmeiras precisa dele", confirmou.

Na quinta-feira, o sexto colocado do Brasileiro, com 26 pontos, recebe o Internacional, no Palestra Itália. E apesar de o treinador palmeirense ter dito mais uma vez, no Maracanã, que Edmundo rende mais quando joga apenas nos fins de semana, o atacante deverá estar em campo contra o time gaúcho. "Fisicamente ele está bem", garante o preparador físico Omar Feitosa.

É o que espera a torcida alviverde, torcendo para ver mais uma boa atuação da dupla Edmundo-Valdivia. "São dois gênios que fazem boas jogadas, que chamam a responsabilidade", elogiou Wendel. "O jogo fica mais bonito e o time ganha em criatividade e ousadia."

ALÍVIO - O jogo é só na quinta-feira, mas os palmeirenses já comemoram: ainda bem que Alexandre Pato está bem longe do Inter. Foi justamente contra o Palmeiras, no Palestra Itália, palco do Palmeiras x Internacional desta quinta-feira, que o agora jogador do Milan apareceu no cenário nacional. O jogo, válido pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro de 2006, foi realizado no dia 26 de novembro e marcou a estréia de Pato no time principal do Inter.

Ao contrário de agora (6º colocado, com 26 pontos), o Palmeiras estava bem mal na competição e precisava de um empate contra o time gaúcho para se livrar do rebaixamento. Jogo no Palestra Itália, casa cheia e... show da nova promessa do futebol, de apenas 17 anos. Ele marcou o primeiro gol e foi o melhor atleta em campo, na vitória do Inter por 4 a 1. Logo em sua primeira partida. O garoto mal sabia do estrago que causou no adversário, que conseguiu se manter na divisão principal da competição graças a uma derrota da Ponte Preta.

Oito meses depois, Palmeiras e Inter se enfrentam mais uma vez no estádio da capital paulista. Dessa vez, para alívio da torcida alviverde, Pato não estará no Palestra para infernizar a zaga adversária. "Ele é um jogador diferenciado e é lógico que ajuda a gente se ele não jogar", falou Wendel, que estava presente na partida do ano passado e pode deixar a lateral-direita para substituir o suspenso Pierre, na quinta-feira. "Mas eles têm o Iarley e o Christian.

Precisamos ter cuidado do mesmo jeito", lembrou. O zagueiro Gustavo segue o raciocínio do companheiro. "O Pato mostrou ser um atleta de qualidade, mas temos de respeitar os outros atletas que estão lá."

Empolgados após o triunfo sobre o Fluminense, no domingo, os jogadores do Palmeiras esperam uma nova boa atuação contra o Inter. "Vamos tentar uma vitória convincente, mas se for 1 a 0, com gol de canela, já está bom", brincou Wendel.

Os três pontos conquistados no domingo trouxeram a alegria de volta ao Palmeiras - a derrota para o Sport, na semana passada (2 a 1 em casa, de virada), ainda atormentava os jogadores. "Foi um sentimento de alívio e de alegria, porque a gente estava abatido, triste, envergonhado e com o coração partido", disse Wendel. "Deu uma melhorada no nosso coração."



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