Quarta feira, 16 de janeiro de 2019 Edição nº 11871 21/07/2007  










Anterior | Índice | Próxima

Pará impulsiona handebol feminino

Da Agência Estado - Rio

Só falta um passo para as meninas da seleção brasileira de handebol conquistarem o tricampeonato nos Jogos Pan-Americanos e garantirem a vaga para as Olimpíadas - o campeão no Rio/07 se garante em Pequim/08. Hoje, diante de Cuba, as brasileiras querem mostrar o porquê de estarem entre as dez potências mundiais da modalidade. O jogo será às 9h30.

Do outro lado da quadra, a seleção brasileira enfrentará novamente as adversárias mais duras da competição: as cubanas. E para passar pelas grandalhonas, o Brasil tem como uma das principais armas a pequenina Aline Rosas, a Pará. A jogadora, de 1,59m e 28 anos, é a vice artilheira da equipe no Pan, com 18 gols. Ela integrou o time que conquistou o ouro em Santo Domingo/03 e disputou a Olimpíada de Atenas/04.

No terceiro jogo da competição, quando o Brasil ganhou por 32 a 29, as cubanas deixaram hematomas em várias atletas brasileiras. "Mas não tem essa de vingança, não. Elas querem ganhar, assim como nós também queremos. É outro jogo, outra história", diz Pará.

A armadora esquerda nasceu em João Pessoa, na Paraíba, e encontrou no handebol uma forma de continuar estudando. "Minha irmã jogava na escola e passou a bolsa de estudos para mim. Só que para isso eu tinha de jogar handebol, aos 11 anos. Eu não gostava, fugia das aulas, mas não tinha jeito. Um dia me pegaram e disseram que eu tinha de treinar. Quando peguei a bola e fiz meu primeiro gol, eu tive a certeza de que era aquilo que eu queria para a vida toda", lembra o ‘chaveirinho’ do grupo.

Aos 15 anos, ela teve de tomar uma decisão: deixou a Paraíba e se mudou para São Paulo. "Fui para Mirassol (interior de São Paulo), onde eu dividia uma república com 15 meninas", lembra. "O mais complicado foi ter de deixar minha mãe lá na Paraíba. Meu pai faleceu quando eu tinha quatro anos e eu dependia exclusivamente dela. Me vi sozinha com 14 meninas que eu nem conhecia. Mas era o que eu queria, era meu sonho. Não há glória sem sacrifício."

Foi em Mirassol que ela ganhou o apelido de Pará. "O time tinha três Alines, e me chamavam de Paraíba, Parazinha, Pará. Ainda tinha a Pateta (que também integra a Seleção) e a Chicória", conta.



Anterior | Índice | Próxima

Comentários Deixe aqui sua opinião sobre esse assunto




17:28 Botelho deve ter Max Russi e Janaína em sua chapa
17:27 Estado vai criar "poupança" para investimentos, calamidade e previdência
17:26 Pacote começa a ser apreciado hoje na AL
17:26 Maggi defende liberdade para Mauro usar recursos do Fethab por 2 anos
17:13 HORÓSCOPOS PARA O DIA 16/01/2019


17:11 Livro ilustrado sobre autora suméria é um desbunde visual
17:09 BBB ajudou a formar casais que foram muito além do paredão; relembre
17:07 Nova casa do Big Brother tem tons de dourado, mudança nos espelhos e controle de água
17:07 Antes da estreia, 'BBB 19' tem desclassificado sem explicações
17:06 Governo notificará proprietários de 14 mil veículos em atraso com o licenciamento
Cuiabá
Min: 18°
Max: 36°

TOPO | PRIMEIRA PÁGINA | ÚLTIMAS NOTÍCIAS | POLÍTICA | ECONOMIA | CIDADES | POLÍCIA | ESPORTES
BRASIL | MUNDO | DC ILUSTRADO | CUIABÁ URGENTE | EDITORIAIS | ARTIGOS | AZUL | TEVÊ | E-MAIL
Diário de Cuiabá © 2018