Domingo, 15 de setembro de 2019 Edição nº 11696 20/12/2006  










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Denúncia do MPE contra Lueci não inclui ação na penal

SONIA FIORI
Da Reportagem

A vereadora Lueci Ramos (PFL) negou ontem, em entrevista coletiva a imprensa, as acusações feitas pelo Ministério Público Estadual de envolvimento da parlamentar em atos de improbidade administrativa. A parlamentar alegou que ainda não havia sido notificada e que responderá à Justiça assim que for comunicada. A vereadora esclareceu também que não possui envolvimento em relação ao processo referente à formação de quadrilha e estelionato. O MPE também confirma esta informação.

Lueci distribuiu documento emitido pelo Ministério Público do Estado que reitera a argumentação da parlamentar sobre o não envolvimento no processo que investiga a formação de quadrilha. O MPE ofereceu denúncia para início de ação penal pública pela prática de formação de quadrilha e estelionato contra Israel Velasco, Rosineide da Silva, Deize Conceição Ramos e Ilza Pereira Soares.

No entanto, o mesmo documento torna a mencionar o possível envolvimento da vereadora no uso indevido de seu cargo político. A parlamentar teria cometido ato de improbidade administrativa ao ter se beneficiado em campanha eleitoral através de contraprestação de serviços.

Israel presidia a Associação Mato-grossense de Doadores Voluntários de Sangue. Para pagar Israel pelos préstimos durante a campanha, a vereadora teria contratado pela Câmara Municipal a funcionária Rosineide da Silva. O problema é que Rosineide, segundo o MPE, prestava serviços apenas na Associação. A ação civil pública com base nesse fato solicita a condenação da vereadora com as sanções de perda da função pública.

A vereadora negou as acusações do Ministério Público alegando que Rosineide foi contratada pela Câmara Municipal em 2001 por um período de seis meses. A funcionária que recebeu o salário inicial de R$ 300 passando ao final do período para R$ 450, teria prestado serviços no Legislativo Municipal durante o turno da manhã. “Ela trabalhava pela manhã e quando eu precisava do serviço dela durante o turno da noite eu a dispensava da manhã”, explicou Lueci.

A parlamentar disse ainda que desconhece qualquer ato ilícito que tenha sido praticado por Israel ou por Rosineide. “Eu conhecia o Israel da época em que eu estava na Prosol. Ele me ajudou como voluntário na campanha de 96. Não sei de nada sobre atos relacionados à má fé na área da saúde que tenham sido feitos pelo Israel”, disse. A vereadora reiterou ainda que era de seu conhecimento que Rosineide trabalhava na associação em outro período. Ressaltou também que as ações da funcionária fora do período de trabalho na Câmara Municipal não lhe dizem respeito. Lueci também negou conhecer Deize e Ilza.



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