Domingo, 19 de maio de 2019 Edição nº 11696 20/12/2006  










REAJUSTE DOS PARLAMENTARESAnterior | Índice | Próxima

Petistas querem debater aumento

SONIA FIORI
Da Reportagem

A senadora Serys Slhessarenko e o deputado federal reeleito Carlos Abicalil, ambos do PT, afinaram os discursos referentes ao aumento salarial de parlamentares. Serys e Abicalil defendem uma discussão em plenário sobre o assunto. A defesa dos representantes no Congresso Nacional por Mato Grosso vai de encontro à posição da direção nacional do PT. O Supremo Tribunal Federal decidiu ontem acatar liminar que suspende o aumento salarial dos parlamentares em 91%. Os salários passam de R$ 12 mil para R$ 24.500.

O presidente interino do PT, Marco Aurélio Garcia, se reuniu nesta semana com líderes do partido na Câmara e no Senado para debater a questão. O objetivo era saber qual a postura dos líderes do PT sobre como proceder diante do polêmico aumento nos salários dos parlamentares.

De acordo com a senadora, a aprovação final ou não do aumento deveria ser levada em plenário. “Sempre defendi que questões de importância para o país fossem decididas depois de um debate aberto”, disse. A senadora destacou ainda que a definição final sobre o assunto deveria ocorrer numa votação aberta em plenário.

O deputado federal reeleito Carlos Abicalil (PT) disse que a questão do aumento salarial dos parlamentares deve ser esclarecida. “A mesa diretora do Congresso tem autonomia para definir o reajuste para a próxima legislatura e a aprovação salarial não passa pelo plenário”, explicou. Abicalil entende que o reajuste é constitucional. Contudo, reiterou, seria ilegítimo do ponto de vista da cidadania. “O assalariado não tem o mesmo critério para dobrar salário”, avaliou. Segundo o parlamentar, há uma preocupação sobre o aumento por conta dos efeitos da decisão. É que o aumento deve ser repassado para os parlamentares dos estados e municípios, lembrou.

Carlos Abicalil defendeu ainda uma recomposição salarial de acordo com as perdas inflacionárias que poderia girar em torno de 28% sobre o salário dos parlamentares.

No Congresso Nacional, o senador Eduardo Suplicy (PT) tem se destacado pelas críticas ao aumento. Suplicy cobrou uma posição do partido em relação ao reajuste de 91% sobre os salários dos parlamentares.



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· Minha tabuada díz que 91% de R$ 12.000,0  - João Galdino de Medeiros




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