Sábado, 17 de agosto de 2019 Edição nº 11696 20/12/2006  










PARLAMENTO ESTADUALAnterior | Índice | Próxima

Duas matérias impedem recesso

Da Reportagem

A definição do teto salarial do poder Executivo, que vincula os dos fiscais de tributos, delegados de polícia e defensores públicos, foi uma das mensagens que impediram que os deputados entrassem em recesso ontem. Hoje pela manhã os parlamentares voltam a se reunir para apreciar em última votação a mensagem que trata da reforma administrativa, a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2007, o Teto Salarial do poder Executivo e as contas do governador Blairo Maggi. Apenas a LOA e as contas do chefe do poder Executivo impedem os deputados estaduais de entrar em recesso.

Ontem as votações prosseguiram normalmente pela manhã, só que a presença dos fiscais de tributos e dos delegados de polícia cobrando um aumento para o teto salarial do Executivo impediu que fosse construído um entendimento.

“Se o governador é um homem rico e não precisa de salário, tudo bem, mas os servidores que lutaram para chegar a essa condição têm o direito de ver a correção dos salários congelados há quatro anos”, disse o deputado Humberto Bosaipo (PFL), pontuando que as contas do chefe do poder Executivo são todas pagas pelo erário.

O primeiro-secretário, deputado José Riva (PP), e Hermínio Barreto (PL), este último fiscal de tributo estadual, construíram a tese de que se não há condições de corrigir o salário do governador, que é o mesmo dos secretários de Estado e diretores de empresas, então que se repassem os mesmos 5,05%, a inflação de 2005 aplicada no mês de maio passado, aos salários do funcionalismo público de Mato Grosso, o que elevaria o teto para R$ 11.100.

“Acredito que esta é uma proposta possível de ser executada”, defendeu o deputado Riva, que sinalizou o entendimento dos deputados pela sua aprovação, já que pela Constituição Federal compete ao poder Legislativo determinar o salário do governador do Estado no exercício vindouro.

A grande maioria entende que o salário tem de sofrer uma correção, mesmo que mínima. Em reunião com representantes sindicais do Grupo TAF -- Tributação, Arrecadação e Fiscalização --, os deputados tiveram acesso à movimentação da arrecadação do Estado através da Secretaria de Fazenda. (ML)



Anterior | Índice | Próxima

Comentários Deixe aqui sua opinião sobre esse assunto

· OS DEFENSORES PUBLICO NÃO TÊM NADA A VE  - SALVADOR
· Se o governador não quiser que aumentem   - Maurílio Alves Neto




22:45 Faustino critica o PFL e elogia Lula
22:44 Contas de Wilson aprovadas por unanimidade
22:44 TCE aprova pedidos de intervenção
22:44 Denúncia do MPE contra Lueci não inclui ação na penal
22:44 Silval renuncia hoje ao mandato parlamentar


22:43 Maggi crê num 2º mandato “mais tranqüilo”
21:27 CNBB no Estado orienta religiosos
21:27 Petistas querem debater aumento
21:26 Câmara aprova orçamento de Cuiabá
21:26 Duas matérias impedem recesso
Cuiabá
Min: 18°
Max: 36°

TOPO | PRIMEIRA PÁGINA | ÚLTIMAS NOTÍCIAS | POLÍTICA | ECONOMIA | CIDADES | POLÍCIA | ESPORTES
BRASIL | MUNDO | DC ILUSTRADO | CUIABÁ URGENTE | EDITORIAIS | ARTIGOS | AZUL | TEVÊ | E-MAIL
Diário de Cuiabá © 2018