Domingo, 18 de agosto de 2019 Edição nº 11533 04/06/2006  










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Muito estranho

Soou com muita estranheza o fato do ex-senador Carlos Bezerra ter se afastado da presidência estadual do PMDB. Nem mesmo os dirigentes do partido souberam precisar a motivação e o tempo. A única justificativa foi que a saída se deu antes dele ser denunciado pelo MP.

Caos

Pior do que a saída do Bezerra da presidência, anunciada ontem, foi o final da reunião do PDT na sexta-feira. O que seria uma reunião para aglutinar sobretudo os candidatos proporcionais, serviu para aumentar ainda mais o imbróglio interno.

Maldade interna

Mas os que estavam lá comentaram que para alguma coisa pode ter servido: “quem sabe assim Eraí Maggi não antecipa logo sua desistência do pleito?” Muitos acreditam que o projeto dele não deve durar mais que uma quinzena e tem atrapalhado outros encaminhamentos.

Só ameaças

Além de Eraí Maggi, Carlos Brito também ameaçou não disputar a reeleição caso o produtor rural Otaviano Pivetta aceitasse o desafio, lançado por pré-candidatos proporcionais, de concorrer ao governo do Estado.

Conseqüência

O problema é que o PDT está praticamente órfão no Estado. O caminho natural do partido era apoiar a reeleição do governador Blairo Maggi. Porém um problema na conjuntura nacional afastou o PDT do PPS, dificultando a aliança tão esperada.

Novo cenário

Mas não é só o PDT que está incomodado com a questão das alianças. O PSB de Mato Grosso está “demais de” preocupado. Após negociar e fazer parte do governo Blairo Maggi, diante de um acordo de apoio à reeleição, o cenário nacional está lhe trazendo ingratas novidades.

Adesão

Os entendimentos desta semana, principalmente após a divulgação de pesquisas que apontam alto índice de preferência da população pela reeleição de Lula, partidos aliados ao PT estão praticamente fechando apoio aos petistas.

Tendência

Este é o caso do PSB. Mas muitos por aqui enxergam uma luz no final do túnel. Eles acreditam que, em função da cláusula de barreiras, nos estados os diretórios poderão ficar liberados para alianças. Porém com a recomendação de apoio ao candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva.

Reedição

Nesta segunda-feira, uma reunião com o governador Blairo Maggi promete definir os primeiros encaminhamentos para a reedição da coligação Mato Grosso Mais Forte, integrada em 2002 pelo PPS, PFL e PP. No encontro, os progressistas vão fazer suas exigências ao candidato majoritário. Eles querem uma vaga na chapa majoritária. E não estão pedindo muito, já que topam até a vaga de suplente de Senado, muito embora a preferência seja pela indicação do candidato a vice de BM.

Individual

No encontro, o chefe do Executivo quer reunir ainda o PFL e o PTB. Analistas acreditam que melhor seria o governador se reunir individualmente com cada legenda para depois fazer a reunião conjunta.

Afunilamento

Já no entendimento do governador, a hora é de afunilamento da composição. Nesta reunião, uma série de definições será selada. A expectativa é que sejam inclusive designados os membros do conselho político.

Mosaico

Enquanto a maioria dos partidos de Mato Grosso começa a mexer suas principais pedras no tabuleiro da campanha, o PL parece indiferente às negociações, pelo menos em Mato Grosso. No âmbito nacional, caminha para a reedição da aliança com o PT.

Juntos

Apesar do encaminhamento em nível nacional, ontem pela manhã Welinton Fagundes participou juntamente com BM de inauguração em Rondonópolis, base eleitoral de ambos.

Pedetistas

Mais uma crise parece estar instaurada no PDT. A Comissão Provisória de Cuiabá não gostou nem um pouco da reação de lideranças de ameaçarem retirar candidaturas por conta de um eventual lançamento da pré-candidatura de Otaviano Pivetta ao governo.

Ensaiado

O interessante é que nem o próprio Pivetta admite ser candidato. Quer dizer, mais um “balão de ensaio” de um grupo que sequer resistiu à pressão de uma tarde de encontro.

Eventualidade

Peemedebistas temem a reação do deputado Silval Barbosa com relação a uma possível aliança com o PT. Barbosa, como a maioria dos políticos, jura que respeita a decisão do partido. Porém, andar junto com os petistas, dizem, não seria o melhor para ele.

Resistência

Além de Barbosa, outra liderança que não deve engolir muito uma aliança com o PT é o vereador Walter Rabello, pré-candidato à Assembléia Legislativa. Ele já demonstrou reiteradas vezes simpatia pela reeleição de BM.



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