Sexta feira, 20 de setembro de 2019 Edição nº 11000 22/08/2004  










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Melina expande com Carrefour

Da Reportagem

Nesta segunda-feira, a Fazenda Melina, envia o primeiro carregamento de suco de uva para a rede supermercadista Carrefour. A carga de 14 mil garrafas vai atender neste primeiro momento as lojas de Minas Gerais. "Só para dar um exemplo, o Carrefour tem potencial para consumir toda a produção de suco que vamos ter este ano, que será de 1,2 milhão de garrafas", revela o proprietário da Fazenda Melina, em Nova Mutum (269 quilômetros ao Médio Norte de Cuaibá), Michel Leplus.

Há quatro meses o suco Melina está sendo distribuído para os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Leplus conta que para entrar na rede Carrefour foi necessário a mudança do rótulo das garrafas para inserir o selo de garantia de origem, exigido e criado pela Rede.

"Este selo, além de garantir que o produto é natural, sem conservantes, tem outra função, prova que no local onde ele é produzido não existe utilização de mão-de-obra escrava ou infantil, que todos os funcionários estão registrados e têm seus direitos respeitados e que as crianças estão na escola. É muito mais que um selo, é uma certificação de trabalho em harmonia com o homem e o meio ambiente", enfatiza Leplus.

METAS - Na Melina existem cultivados 35 hectares (ha), mas oito estão em fase de formação e na próxima safra parte deverá ser incluída na produção de 2005. Com a expansão da superfície, Leplus projeta que a produção de suco deverá contabilizar no final do próximo ano 1,6 milhão de garrafas.

"Sempre o primeiro ano de safra de um ha a produtividade é mais baixa, com os enxertos de outubro de 2004, em junho de 2005 teremos metade da capacidade destes oito ha disponíveis", explica. O primeiro há foi implantado em 1998 e a primeira produção de suco, em 2001.

EXPORTAÇÕES - Mesmo com um mercado consumidor importante na Europa, as legislações destes países estão impedindo a realização de negócios, apesar da concretização de vendas, em caráter experimental, para Canadá e Flórida. "Este ano temos volume para assegurar a exportação, ao contrário do ano anterior, mas a `salada` de legislações inviabiliza o atendimento às exigências", critica Leplus. Ele conta que em alguns países as barreiras são contra o tipo de garrafa, em outros a inscrição no rótulo e até mesmo o tipo de tampa.

Leplus prefere não citar cifras de faturamento, apenas diz, "que à medida que a produção cresce, o faturamento também". Ele conta apenas que são necessários cerca de R$ 40 mil para implantação de uma ha de uva e que em média os custos operacionais por safra, para cada ha enxertado, é de aproximadamente R$ 10 mil. (MP)



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