Terça feira, 19 de março de 2019 Edição nº 10701 24/08/2003  










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Porte ilegal rendeu 7 anos

Da Reportagem

A sentença da primeira condenação imposta a João Arcanjo Ribeiro foi anunciada pelo juiz Julier Sebastião da Silva, da 1ª Vara Federal, no dia 1° de julho. Arcanjo foi condenado a revelia a sete anos de reclusão por porte ilegal de armas e contrabando e receptação de produtos contrabandeados. Seus advogados recorreram da sentença.

Arcanjo, que está preso no Uruguai desde o dia 11 de abril à espera de extradição, responde ainda a mais quatro processos na Justiça. Na 1ª Vara Federal existem dois processos: um por crime contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa e o outro por crime contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro (contas encontradas na Suíça). Já na 3ª Vara Federal, cujo titular é o juiz César Augusto Bearsi, Arcanjo é acusado também em dois processos: o primeiro pela prática de dois homicídios, uma tentativa de homicídio, contrabando e formação de quadrilha ou bando, e, o segundo, por crimes contra a ordem tributária. (CM)



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