Quarta feira, 23 de abril de 2014 Edição nº 10490 11/12/2002  










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Civil prende 4º integrante do bando de seqüestradores

Grupo de elite da Polícia Civil conseguiu localizar Bonifácio Amarante Filho, que fez refém filha do gerente do Banco do Brasil

ARQUIVO/DC
O delegado Luciano Inácio da Silva, do Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO), que prendeu Bonifácio Amarante Filho
PATRÍCIA NEVES
Da Reportagem

O Grupo de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil desbaratou a quadrilha responsável pelo seqüestro da estudante S.S., 15 anos, ocorrido em agosto desse ano em Poxoréo. O ex-policial militar Bonifácio Amarante Filho, o “Boni”, mentor do crime, foi preso em Vila Velha, Espírito Santo, durante o final de semana. Para tentar despistar a Polícia, Bonifácio usava o nome de Lúcio Ferreira do Nascimento. A esposa de Boni, Angela Maria Rodrigues, também foi detida.

Outras três pessoas - Eliosmar Silva Moreira, o “Chocolate”, Charles Rodrigues de Moraes, e um homem identificado como “Elias” - também estão envolvidas no crime.

O ex-policial ficou escondido desde agosto até meados do mês de outubro na casa de sua mãe, em Várzea Grande. Há cerca de 40 dias ele estava morando no Espírito Santo, onde mantinha um restaurante e estava trabalhando com o serviço de entrega de marmitex.

Ele alega que gastou todo o dinheiro ganho com o seqüestro. O resgate, R$ 40 mil, foi rateado entre os integrantes do bando. Com sua parte, o ex-militar comprou um Santana.

As investigações da Polícia revelaram que a princípio a intenção do ex-militar era de assaltar a agência do Banco do Brasil, que chegou a ser vigiada. No entanto, mudou de idéia.

De acordo com o delegado Luciano Inácio da Silva, do GCCO, Bonifácio já responde a outros três crimes por extorsão mediante seqüestro. Ele ainda é fugitivo da delegacia da cidade de Poxoréu.

O ex-policial foi encaminhado para o presídio militar, em Santo Antônio do Leverger, localizado a 35 quilômetros de Cuiabá.

Conforme a Polícia, a estudante foi mantida refém na casa que “Boni” havia alugado na cidade, cerca de 15 dias antes do crime. A garota foi mantida com uma toalha no rosto, mas mesmo assim conseguiu identificar a casa e fornecer detalhes para que fosse confeccionado o retrato falado do bandido.

O local foi abandonado um dia após o seqüestro. Na casa, foram deixadas uma televisão de 34 polegadas e uma geladeira dúplex. Boni foi o único bandido que teve acesso à estudante durante o cárcere.



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