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Cuiabá MT, Sábado, 05 de Dezembro de 2020
BRASIL
Sexta-feira, 31 de Julho de 2020, 19h:32

PANDEMIA

Brasil registra 1.191 novas mortes e acumula mais de 92 mil óbitos pela Covid-19

Da Folhapress - São Paulo

O Brasil registrou 1.191 novas mortes pela Covid-19 e 52.509 casos da doença nesta sexta-feira (31). Com isso, o país já soma 92.568 mortes e 2.666.298 infecções pelo novo coronavírus, atrás apenas dos Estados Unidos nas duas contagens.
Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.
Além dos dados diários do consórcio, a Folha de S.Paulo também divulga a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.
De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 1.026.
A média móvel também mostra que Sul e Centro-Oeste têm crescimento da pandemia no momento, respectivamente de 29% e 15%, em comparação ao valor de 14 dias atrás. Já o Sudeste está estável, com um aumento de 2%. No Norte e Nordeste a infecção perdeu força, e a média móvel teve queda de 33% e 21%, respectivamente.
O Brasil tem uma taxa de cerca de 43,5 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos, e o Reino Unido, ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 46,4 e 68,9 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.
Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 7,7 morte por 100 mil habitantes.
A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.


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